Dieta Low Carb em 500 palavras

Low Carb

A dieta Low Carb, tão famosa nos dias atuais pois leva a uma perda de peso rápida, foi desenvolvida pelo médico Robert Atkins há mais ou menos 50 anos, e é caracterizada por uma redução do consumo de carboidrato nas refeições, não sendo mais este macronutriente a principal fonte de caloria da dieta de quem adere a este novo estilo de alimentação.

Atenção: Ocorre redução e não uma eliminação deste nutriente!

Atkins defende que, se a insulina é o principal hormônio que faz com que o excesso de açúcar vire gordura, quando sua produção é diminuída (este hormônio é estimulado ainda mais quando há muito açúcar no sangue), a produção de gordura cessa.

Dieta tradicional

Numa dieta tradicional, a quantidade de calorias provenientes do carboidrato deve representar 55% a 65% do total de calorias consumidas em um dia.

Já na Low Carb, não há um consenso sobre qual a quantidade máxima que se pode ingerir de carboidrato diariamente, dependendo muito do estilo de vida de cada pessoa, mas em geral este consumo é reduzido para 20% a 40% do total de calorias do dia, o que equivale a 50g a 100g.

Dessa forma, o carboidrato não é mais o macronutriente predominante da dieta, dando maior espaço aos outros dois macronutrientes: proteína e gordura.

Pão no café da manhã e arroz no almoço não te pertencem mais, caso você inicie esta forma de alimentação!

Aí você deve estar imaginando: ah que maravilha!

Posso comer todo tipo de alimento com baixo teor de carboidrato e tudo ficará bem!

Engano

Este é um engano muito comum!

É de extrema importância você estar atento(a) à qualidade das fontes de proteínas e gorduras colocadas no prato.

Ao exagerar na gordura animal, por exemplo, pode-se chegar a aumentar o colesterol total, a elevar consideravelmente o colesterol LDL (colesterol conhecido como ruim) e a reduzir bastante o HDL (colesterol bom).

Diversos estudos científicos já compararam a dieta de baixo carboidrato com a dieta de baixa gordura e, por unanimidade, a Low Carb se mostrou mais saudável e mais eficaz na perda de peso.

Essa informação pode ser verificada neste link: https://phcuk.org/rcts/

Com o acompanhamento de um especialista e em conjunto com exercícios físicos, essa dieta se torna uma ótima promotora da sua saúde!  

Porém, não basta fazê-la por uns meses e depois voltar a enfiar o pé na jaca.

É necessário fazer dessa alimentação saudável um estilo de vida, senão todo o seu esforço será perdido.

Duas listas do que é recomendado comer e o que é bom evitar para se obter bons resultados:

 

O QUE É PERMITIDO COMER

 

  • Café sem açúcar e chás
  • Laticínios
  • Azeite
  • Carnes
  • Cogumelos
  • Ovos
  • Tubérculos (batata doce e inhame, por exemplo)
  • Frutas com baixo índice glicêmico (Abacate, coco, morango e damasco, entre outras)
  • Leguminosas (Grão-de-bico e lentilha são opções)
  • Verduras e legumes
  • Oleaginosas (Amêndoas, castanhas, nozes)

 

O QUE É MELHOR EVITAR

 

  • Leite desnatado
  • Doces
  • Massas
  • Milho
  • Pães
  • Sucos de frutas
  • Tapioca
  • Refrigerante
  • Frutas com alto índice glicêmico (Banana, melancia, manga, uva e abacaxi, etc)
  • Arroz branco
  • Batata-inglesa

* texto da graduanda em Eng. de Alimentos da UFG – Bárbara Nogueira

 

 

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